Beeeemmm melhor que Maluca Paixão, que foi o filme mais podre e ridículo que já assisti de Sandra Bullock. Atriz que considero muita boa.
Nesse filme, A proposta, ela atua com o lindíssimo Ryan Reynolds, e aos marmanjos... não é por ele ser bonito que deixa de ser um bom ator. E também não é porque estou dizendo que ele é lindíssimo que esse passa a ser um filme para mulheres hein!
Uma ótima comédia-romantica, muito boa mesmo.
O clima de ódio e pirraça entre os dois é muito bom, e eles formam um ótimo casal, com uma química muito boa.
Ela é canadense, com uma excelente carreira nos EUA, e é chefe dele (Ryan Reynolds). Ele a odeia por ela ser tão fria e menosprezar tanto as pessoas. Num belo dia ela descobre que será deportada, então.... decide-se casar, e pra quem sobra a bomba!?!?!!?... hehehe. Agora é a chance dele se achar pra cima dela, mas... como toda comédia romantica.... "o amor está no ar", rsrs.
O filme é delicado, doce e engraçado ao mesmo tempo. Muito bom. Realmente uma delícia, rsrs.
Tinha vontade de assisti-lo já a algum tempo, mas nunca me surgiu a oportunidade, até ontem.
A história é simples, fala sobre a importância do amor (como se esse fosse um tema fácil,não é mesmo!?).
Uma senhora muito elegante e correta é empregada doméstica e está desempregada, praticamente passando fome. Em uma jogada esperta ela conhece uma atriz/cantora bem espevitada e muito meiga, cheia de amores e complicações. E nessa onda ela vai parar no meio de alguns granfinos. E ai eu não vou contar mais para não perder a graça né! hehe.
O filme é muito delicado, tão meigo que até eu me apaixonei nesse meio, rsrs. Mas não é meloso, algo que é muito importante. E tampouco brega!
Embora toda a sequência de comédias e romances comentados, também curto um bom suspense e hoje assisti ao filme do Jim Carrey... Número 23.
O que eu posso dizer.... caraaaaaaaaaaca que filme doido!!!! Topíssimo!!!! Muito bom mesmo!!!
Sempre achei que esse filme fosse de terror e espíritos e tals, mas é totalmente diferente. Muito bom e muito louco. Final sensacional!!!!
O cara (Jim Carrey) é casado, tem um filho e trabalha no Controle de animais. Em um de seus aniversários ele encontra a esposa em uma livraria e compram um livro chamado "O número 23". O livro conta uma história que deixa ele pirado e aficionado pelo número 23 e tudo passa a girar em torno disso. Mas o livro possui uma história por tras de todo o seu conteúdo e é ai onde a trama toda fica fascinante e surpreendente!
RECOMENDADÍSSIMO!
Texto do final: "Não existe destino, só escolhas diferentes. Algumas escolhas são fáceis, outras não. Essas são as que realmente importam. Aquelas que nos definem como pessoas."
Tenho quase certeza que já mencionei aqui meu desinteresse nos filmes de Woody Allen. Não tenho uma explicação muito clara para isso, apenas que acho os filmes dele meio sem noção, tratam da rotina mas de uma forma muito delirante. Ah sim, quando falei dos filmes dele aqui eu ainda usei a seguinte frase: "Sei que é um excelente profissional do meio cinematográfico, mas eu não consigo ver graça nos filmes dele, pra mim é uma comédia triste, romances desgostosos e frustrados, enfim..."
Contudo, gostei de Vicky Cristina Barcelona. Um filme embriagado de paixão, desejos e muito charme. Acredito que seja pelo ar de Barcelona, que infelizmente não conheço mas um dos lugatres que almejo muito conhecer, aliás, a Espanha de forma geral.
O filme conta con a presença de Scarlett Johansson, que já atuo em outro filme dele, Scoop - o grande furo (realmente é uma grande furada esse filme). Mas Vicky Cristina Barcelona, como já disse, é um filme muito charmoso.
Vicky e Cristina são duas amigas americanas que vão para Barcelona durante as férias de verão. Embora muito amigas elas são bem diferentes quando o assunto é amor e relacionamentos. Vicky é totalmente centrada e acredita profundamente em compromisso. Cristina por outro lado não sabe o que quer, apenas o que ela não quer. Ah! Ela procura pelo cara da cueca perfeita (adorei essa parte no filme, rsrs). Com pouco tempo na cidade elas conhecem Juan Antonio, interpretado por Javier Bardem de Onde os fracos não tem vez (filme horrivel!). Nesse filme Javier está incrivelmente sedutor (é o ar de Barcelona, só pode!). Tão sedutor que faz as duas se apaixonarem por ele. Ele é um pintor que foi casado com uma brilhante artista também - Maria Helena (interpretada por Penélope Cruz). Tanta mulher ligada a apenas um homem só podia dar em .... confusão, choro e romance, rsrs.
O filme é uma delicia, mas é claro que, como todo filme de Allen, não se espera um final lindo e belo né. Ainda assim vale muito a pena assistir.
O filme é recheado de estrelas... George Clooney, Ewan McGregor, Jeff Bridges, Kevin Spacey e Stephen Lang.
George Clooney tem sido recorrente em comédias. A última que assisti dele foi Amor sem Escalas (por sinal uma comédia muito gostosa, infelizmente não comentei ela aqui ainda) que é bem diferente dessa, pois, essa é totalmente humor negro, estilo do qual não sou muito fã, mas ainda assim gostei do filme (bem mais que Matadores de velhinhas, que segue o mesmo gênero).
Ewan Macgregor interpreta um jornalista recém abandonado pela esposa e que resolve ir para a guerra em busca de uma aventura que a impressione. Em um hotel ele encontra George Clooney, que é um soldado com poderes psíquicos, que faz parte de um grupo paranormal do exército americano e que o leva para uma missão no meio do deserto. A questão é... qual missão?
O filme tem algumas tiradas engraçadas, mas não é um fenômeno da gargalhada.
Ah velha história da troca de corpos entre um casal. Histórias que geralmente provocam boas gargalhadas. Esse filme não é diferente. Uma comédia adolescente muito gostosa e sem besteirol. Não há muito o que se falar do filme, então me restrinjo a dizer.... Recomendado.
Magnífico! A trilha sonora é muito muito boa. O filme retrata um cantor, Bad Blake - interpretado por Jeff Bridges, que já foi muito famoso por suas músicas country românticas e que hoje vive quase na miséria, acompanhado apenas pelo seu violão, sua camionete e seus litros de wisky, em total solidão. Em um de seus shows ele conhece uma jornalista pela qual se apaixona, bem mais nova que ele, e essa paixão realizará grandes transformações em sua vida. O filme foi vencedor de vários prêmios: Globo de Ouro de Melhor Ator e de Melhor Canção Original e Oscar de Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Canção Original. A atuação de Jeff Bridges foi muitíssimo elogiada, não é atoa que ganhou prêmios tão significativos. A canção então, meu Deus! PERFEITA. Muito linda. Ah, o filme ainda conta com participações de Colin Farrell, que no filme também é cantor. Charmosíssimo.
Abaixo coloco vídeo com a trilha sonora do filme para vocês se deliciarem. E a seguir o Trailler.
Melhor do que Caçador de recompensa, que tem como protagonistas dois atores bem conceituados e ainda assim o filme deixa a desejar.
'Por que eu me casei' garante boas risadas e muita confusão.
Quatro casais, todos bem sucedidos e amigos de longa data vão passar alguns dias em uma cabana nas montanhas. Uma espécie de terapia para o casamento, como fazem todos os anos.
Todos eles têem seus problemas e a maioria tem seus segredos.
Há ainda uma divisão de amizade entre os sexos, 4 amigas e 4 amigos.
Um mulher inoportuna, amiga de um dos casais, vai para o "retiro" e acaba provocando muita confusão. Segredos são revelado e mexem com todos.
O filme é uma delícia de assistir. Tem romance, brigas, confusão, tudo que uma boa comédia romantica pede e ainda por cima é original, rsrs.
O filme deixou muito a desejar. Talvez nem tanto pelo enredo mas sim pela falta de química entre o casal, Gerard Butler e Jennifer Aniston - que por sinal estão tendo um affair.
Prefiro mil vezes a química entre ele e Katherine Heigl em A verdade nua e crua.
A trama não desperta aquela sensação de ansiedade em ver o casal junto, é muito sem inspiração.
O ponto alto do filme, a meu ver o que foi mais "tham" é quando ele fica sabendo que é ela que ele tem que "caçar".
Resumindo: Eles foram casados e separaram. Ela é jornalista e ele um ex-policial que agora é caçador de recompensas, mas mais arruma confusão do que ganha dinheiro. Ela não comparece a uma audiência e então ele fica sabendo que há uma recompensa para prender ela. A partir dai começa uma série de confusões, um querendo ser mais esperto que o outro, mas sem muito romance.
Quando vi o cartaz desse filme fiquei muito empolgada. Há tempos não via uma comédia romântica boa (Comédia romântica boa para mim é aquela com química entre o casal, confusão, carinho, pirraça, e algum diferencial para não cair na total falta de originalidade.).
Acontece que 500 DIAS COM ELA não é assim, não é esse tipo de romance com uma química latente, é diferente, fora do trivial eu diria.
Não é ruim, é original.
Algo incrível nesse filme é a trilha sonora. PERFEITA!!!!
Resumindo:
Ele é um arquiteto frustrado que sobrevive fazendo cartões comemorativo e que se apaixona por sua nova colega de trabalho.
O charme estonteante de Gerard Butler, a química perfeita entre ele e Katherine Heigl, o clima de pirraça e a paixão fulminante entre os dois .... muito muito bom!!!
Amei esse filme, uma verdadeira comédia romantica.
Ela é uma mulher romantica e iludida que sonha e busca por seu príncipe encantado, mas que tem como karma um "sapo". Os dois terão que conviver para o bem de suas carreiras, mas durante esse tempo de convivência, todo o clima de implicância entre eles acaba se tornando uma linda paixão.
Como já deixei claro anteriormente, meu objetivo aqui não é fazer críticas do tipo "especialista em cinema" e, sim, dar minha opinião e talvez recomendar o filme.
PRECIOSA (Precious) é um filme triste, muito triste. Não é um filme ruim, mas muito dramático e infelizmente bem real.
Concordando com alguns comentários que observei na net, é um filme de superação.
A história é sobre uma adolescente obesa, negra, podre, analfabeta, que por diversas vezes foi violentada por seu pai e desses fatos foram geradas duas crianças, sendo uma delas portadora de deficiência. Como se isso não bastasse ela ainda sofre com uma mãe louca, sem qualquer perspectiva de vida, que passa o tempo todo sentada em sua poltrona, atormentando a filha (Precious), e que depende do dinheiro do serviço social para sobreviver. E, é claro, como todos adolescente, Precious é uma sonhadora.
Sinceramente, acredito que eu não consegui captar a essência do filme. Não achei ruim mas também não achei top. Não estou querendo dizer, absolutamente, que a história de vida dela não me comove, acontece que infelizmente já vi tanta coisa absurda que essa apenas se somou às outras.
Blog de alguém que sempre foi apaixonada por filmes e que ama falar sobre eles. Não tenho, de forma alguma, intenção de falar sobre o filme contando a história para que percam a vontade de assisti-lo e tampouco fazer críticas como se fosse especialista no assunto. Eu apenas exponho minha opinião e não sou contra ninguém que pense de forma diferente de mim.